https://www.facebook.com/matsuoka.cris#
Neste video, explico um pouquinho de como este processo aconteceu comigo. Peço perdão pelo desfoque, porém a mensagem foi transmitida da maneira como gostaria e por isso não vou regravar.
Aqui o link da animação que cito no video:
https://www.facebook.com/video.php?v=704076412974604
Ahooowwwwww
segunda-feira, 30 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
Dia 20 de Março: Dia internacional da Felicidade!
Hoje é o dia internacional da Felicidade ( além de estarmos inciando o ano astrológico, acontecer um equinócio, eclipse e lua de perto... uauuuu! ) http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2015/03/19/sexta-tripla-tera-equinocio-acompanhado-por-eclipse-e-superlua.htm
Esta data começou a ser comemorada em 2013, é uma campanha das nações unidas, que surgiu graças a uma iniciativa do governo do Butão (ohhhh país maravilhoso!).
Lá, na década de 70, um principezinho ousado, com novas ideias, introduziu um medidor de prosperidade nada convencional: felicidade interna bruta, o gross national happiness.
Este conceito, faz oposição ao tão convencional, porém decaído PIB, usado pela maioria do mundo, e tem como pilares o bem-estar social, econômico e ambiental de uma nação.
Tudo haver com o conceito de economia criativa! =) =) =)
Essa noção demorou bastante para ser discutida, mas em 2012, após verificarem que o povo do Butão é realmente muito feliz, em uma reunião das Nações Unidas, foi instaurada a data de 20 de Março como dia internacional da Felicidade!
A primeira comemoração ocorreu em 2013 ( super novo tudo isso), e já estimulou muitos projetos focados no bem-estar social.
<3
Eu acredito muito nessa ideia!
FELICIDADE: "Uma sensação abstrata a qual não se pode abraçar, porém o simples fato de senti-la produz uma incrível sensação de alegria. Para muitos a felicidade está presente em pequenos detalhes da vida cotidiana como abraçar um animal ou terminar um dia mais de trabalho e poder descansar a esperar um novo dia. Cada um define a felicidade de acordo com sua experiência de vida e transmite essa felicidade da maneira como aprendeu ao longo da sua existência."
E você? O que te faz feliz?
Feliz dia da Felicidade pra todos!!!
quinta-feira, 19 de março de 2015
Sobre como fazer algo invisível se tornar visível.
Costumo usar para meu discurso, o seguinte ensinamento: O conhecimento está aí para todo mundo, porém a maneira como fazemos para acessá-lo, muda, conforme o nível de consciência de cada um. Temos diversas maneiras de chegar a uma determinada conclusão, e cada um emprega aquilo que aprendeu de uma determinada maneira. Uns pela ciência, outros pela lógica, outros pela intuição...
A minha maneira de aprender é através do "observar e absorver", termo que carinhosamente me apossei de Eduardo Marinho - o homem mais politizado e consciente que conheço. (http://observareabsorver.blogspot.com.br/)
Esta maneira de aprender consiste em algo simples: Se conectar com o universo e desta forma, acessar o conhecimento ancestral.
Desta forma, eu costumo usar muitas lendas, contos e parábolas para transmitir meus conhecimentos. Vou compartilhar com vocês, uma história que aprendi sobre a chegada das caravelas de Colombo as Américas. Conta-se a este respeito que, quando Colombo chegou à América, em uma das ilhas, os indígenas não viram as caravelas à distância. O chefe da tribo percebeu um movimento pouco usual nas águas e fixou melhor o olhar. Então viu os três navios à distância. Os outros índios só conseguiram vê-los quando o chefe lhes descreveu o que estava a ver. Verdade ou lenda, isto procura explicar que os índios não viam as caravelas pela simples razão de não fazerem parte do que estava arquivado no seu cérebro.
Usando esta lenda como exemplo, muitas vezes é assim que nos sentimos, não é mesmo? Quando temos uma visão sobre determinado assunto, porém as outras pessoas ao nosso redor não conseguem ver aquilo da maneira como a gente vê, simplesmente pelo fato de não conhecer sobre o assunto, ou de estar tão envolvida, que não consegue aceitar um outro olhar.
Bem, na nossa vida acontece muito isso. Passamos por diversas situações e, depois de um tempo nos perguntamos: Nossa, como não vi isso antes?
Isso tudo é um processo. Precisamos alcançar um determinado estado de consciência para conseguir entender algumas coisas que nos acontecem diariamente, por isso muitas vezes não compreendemos certas coisas...
O fato é que as pessoas vêem aquilo que fazem parte de seu imaginário e cabe ao líder dar a voz a visão e recriá-la através da descrição, tornando-a visível e tangível aos demais membros do grupo. Quando o processo é nosso, e ele vem de nós, é porque conseguimos alcançar um outro patamar de consciência, baixamos um pouco o nível do nosso mar e deixando um pouco mais aparente a parte visível deste imenso iceberg que é o nosso subconsciente.
A Física Quântica vai mais longe: o mundo material em que estamos inseridos pode ser alterado pela nossa vontade e pensamento – Lembra da famosa Lei da atração?? E aí caímos em nosso mutável - porém rígido - sistema de crenças! - (Que fique claro que o sistema de crença se transforma conforme a sociedade se transforma. Um exemplo clássico é a comunicação através do celular. Quando éramos crianças, era impossível imaginar que existiria um telefone, móvel, com uma câmera embutida que nos permitiria tirar fotos e enviar através de uma rede de internet, por email, esta foto para qualquer pessoa do mundo. Hoje isso não só é aceitável como não nos vemos sem essa ferramenta).
Diante destes fatos, coisa estranha, então, é termos esse poder incrível e não o utilizarmos, correto? Porém, a verdade é que o utilizamos o tempo todo sem nos darmos conta disso...
E como a gente consegue baixar esse marzão? Deixar este iceberg mais exposto? – Através da expansão de sua própria consciência. E isso você pode fazer através do conhecimento e comunicação.
Digo na comunicação, pois o poder está na palavra. E isso é bom e também ruim, pois se o indivíduo que toma contato com esta palavra estiver em um nível de consciência diferente do seu, fazer-se entender se torna uma tarefa bastante difícil. Sendo assim, você precisa trabalhar primeiramente o seu sistema de crenças, para depois conseguir trazer à tona uma nova visão.
O segredo de toda nova construção é começar por sua essência. Você não pode começar uma grande transformação de fora para dentro, deve-se começar de dentro para fora.
Comece primeiro por você. Seja a mudança que quer no mundo. Abra a sua visão para ver as Caravelas no horizonte!
Ahoooowwww!
quarta-feira, 18 de março de 2015
Sobre o processo de tomada de consciência. Ele é individual.
Estava aqui lembrando de quando tinha entre treze e quinze anos e praticava softball com meu pai Tadao Matsuoka. Papai era técnico do time, em Piracicaba e executava sua função com muita dedicação, o que rendeu ao time - e a ele - diversos troféus.
Durante alguns dias da semana a noite, tínhamos um treino que consistia em jogar a bola para o outro, de uma determinada distância, para acertar o o alvo correto, com a finalidade de dificultar a "tacada" do jogador do time adversário...
Era um exercício de repetição. Ali havia a necessidade de entender a força que se colocava na bola, no movimento que se fazia com seu corpo e na sua capacidade de raciocínio, para acertar a intensidade correta e efeito dessa bola.
Eu era preguiçosa. Não gostava muito de "entender" ou "raciocinar" sobre o que se tinha que fazer, e aprendia as coisas meio por osmose, sem assimilar o processo, apenas imitando o processo...
Na verdade, pra mim, era mias importante estar ali para ficar mais tempo com o meu pai, numa intimidade de pai e filha, e a atividade que fazíamos, era apenas parte dessa construção...
Hoje vejo que não tinha ainda a capacidade de visualizar e entender toda essa relação entre força, raciocínio e acima de tudo INTENÇÃO que deveria depositar naquela bola para acertar ao alvo.
E em nossa vida, a história se repete...
As vezes temos a vontade de acertar um determinado alvo, treinamos para isso, fazemos várias vezes o mesmo processo a fim de nos aprimorar, porém, muitas vezes, ainda não possuímos a consciência real daquilo que devemos fazer para conseguir acertar o alvo...
Alguns chegam mais fácil a esse entendimento, outros demoraram vidas inteiras...
Mas a verdade é que todo processo depende de uma tomada de consciência.
Diante disso, deixo aqui uma pergunta:
Qual é a intenção que estamos colocando nas bolas que estamos jogando no mundo? Será que elas nos levarão a alcançar o alvo que desejamos?
domingo, 15 de março de 2015
Sobre processos de auto conhecimento e de desenvolvimento humano
Neste sábado, fui até a exposição de Marina Abramovic no sesc pompéia. Tinha lido pouco sobre as obras que fariam parte da exposição, tinha me atentado mais ao processo criativo da artista, aquilo que sempre me fascina mais.
Chegada a exposição, tive uma imersão, uma conexão muito forte com as obras ali presentes, principalmente as mais atuais, onde houve o grande processo de desabrochamento de Marina.
Percebi que tudo o que ela colocava ali, era a expressão sobre os seus processos de desenvolvimento, sobre a sua expansão de consciência, sobre suas vivências e aprendizados. Isso tudo é muito transformador. A arte transforma, ela é uma terapia, uma troca entre o artista e o espectador, porém, para que você consiga acessar o outro e fazê-lo se conectar ao seu mundo intangível, sem impor `a ele sua visão de mundo e sim conduzi-lo por um processo que seja dele, leva muito tempo e requer muita sabedoria.
O impacto deste texto acima no meu processo de desenvolvimento foi tamanha, a ponto de me fazer refletir sobre estas palavras durante todo o meu final de semana, me levando a links e entendimentos que iniciaram em conversas de bar que aconteceram na sexta e que me conduziram a tantas conclusões maravilhosas.
O artista é um ser que se despe. Que se conecta com sua essência mais pura. E aí entendi a necessidade de conexão com sua criança interior, o resgate dela. Aí entendi a necessidade se SER aquilo que se é durante todo o tempo, sem se mascarar, sendo autêntico, sendo original, sem arrogância, apenas na humildade... O outro talvez não compreenda aquilo que você quer dizer, porém se ele apenas sentir algo sobre aquilo que você apresenta, já é o primeiro passo...
E isso tudo é aplicável ao nosso dia a dia: Como fazer-se entender, sem impor sua fala ao outro e sim ir conduzindo o outro ao caminho que leva a esse entendimento, sempre respeitando o processo de entendimento e nível de consciência individual?
É preciso muita sabedoria!
E sabedoria é bem diferente de conhecimento. Para ser sábio, é necessário que você se saiba aplicar o conhecimento, tudo o que se aprendeu. Porém praticar requer dedicação e vontade. SER algo é muito diferente de ENTENDER algo, por isso mestres são diferentes de professores...
Existem muitos caminhos para que você chegue a uma mesma conclusão, porém você vai percorrer aquele que seu nível de consciência estiver preparado para compreender...
Não existe processo sem caminho. Não existe chegada sem partida.
E pra mim, sempre o que mais me interessa é esse percurso.
Gratidão a Marina Abramovic por me conduzir.
Gratidão ao Universo por me levar até esse processo.
Gratidão ao meu espírito por ter conseguido ver e compreender tudo isso.
A arte existe porque sem ela estaríamos perdidos!
segunda-feira, 2 de março de 2015
Dia 1 do desafio - Uma semana sem reclamar!
Dia 1
Hoje meus óculos favoritos quebraram. Sem conserto mesmo, terei que jogar fora... Mas, olha que maravilha, um brechó virtual que eu sigo, fez um post logo após o acontecido, com um monte de armações legais. Universo conspirando para a troca. Agora vou aproveitar o acontecido e visitar o oftalmo. Faz mais de uma no que não vou mesmo! Tudo certo na nave!#fluindonaordemdopositivo
Faz alguns dias que recebi um desafio por email da Hypeness. Ele consiste em ficar uma semana sem reclamar. #umasemanasemreclamar
Pensei em começá-lo antes, porém, estava em um outro desafio, que consistia em aplicar a lei do mínimo esforço em minha vida, o que não vem sendo tão fácil como imaginava e que tem feito eu rir muito das minhas atitudes, quando percebo que seria muito simples fazer aquilo que o universo prega... E por falar do "Uni", o que me motivou a iniciar este desafio HOJE, foi a coluna do Gregorio Duvivier, que compartilho com vocês logo abaixo! E pasmem... Dá pra aplicar a lei do mínimo esforço e deixar de reclamar ao mesmo tempo, olha que maravilha =)
Vou relatar minha experiência diariamente. Acompanhem!
Aqui, o texto do DIVO:
A internet é uma escola de ódio –basta ler a sessão de comentários, abaixo desse texto. Comentar em portais dá trabalho, quem já tentou sabe. E é um trabalho não remunerado, obviamente. Sempre desisto no meio, em geral quando pedem o CPF. "Ah, deixa, não era importante mesmo".
No entanto, quem odeia de verdade tem toda a paciência do mundo. Sempre fico espantado com a quantidade de pessoas que gastam minutos preciosos da vida na expressão do ódio não remunerado.
Quando pequeno (de idade, já que continuo pequeno de tamanho) não gostava da cor verde –e nem de cenoura, feijão, orégano, salsinha, peixe cru, arroz, beterraba ou berinjela. Também não gostava de palhaços, do Flamengo, da Xuxa ou do Power Ranger verde (sim, pouca gente se lembra dele, mas ele existia). Não gostava de ir à escola, nem à natação, nem à terapia, nem à ginástica olímpica (não me perguntem o porquê, mas eu fazia ginástica olímpica). Não gostava de dormir e menos ainda de acordar. Não gostava de ter que falar com pessoas que eu não conhecia. Não gostava de Carnaval.
Não-gostar era um esporte –o único que eu praticava com disciplina e fervor. E teria continuado não-gostando pro resto da vida não fosse a minha mãe –pós-doutora na arte de gostar do mundo. Toda vez que eu dizia um peremptório "não gosto", ela soltava, na lata: "aprende a gostar" e me empurrava a salsinha goela adentro. Eu espumava de ódio –para mim, era óbvio que não-gostar era um traço imutável da personalidade, assim como a timidez, que, quando eu usava como desculpa, ela rebatia: "timidez é falta de educação".
Com o tempo, vi pessoas mudarem de time, de sexo e até de cor dos olhos (no Panamá) e deduzi que gostar ou não gostar de salsinha não podia ser uma questão tão séria –e seria muito melhor para mim que não fosse.
Imagine duas vidas paralelas. Em uma delas, você gosta da Anitta –ou, pelo menos, a existência dela não te incomoda. Na outra, toda vez que você vê a cara da Anitta você tem engulhos, quando ouve a voz da Anitta o estômago revira, você evita ir a festas porque sabe que vai tocar Anitta. O objeto não-gostado acaba ocupando um espaço gigantesco do seu tempo –muito maior do que os objetos gostados. Aprender a gostar é, sobretudo, perceber que não vale a pena perder tempo com o que você não pode mudar.
A matemática é simples: sua vida vai ser melhor se você gostar –não só da salsinha, mas gostar de gostar. Ou melhor: gostar de gostar de gostar. Obrigado, mãe.
Assinar:
Postagens (Atom)

