sábado, 30 de maio de 2015
A ligação com a essência para a liberdade de criação.
Ser criativo.
Fui uma criança muito feliz. Ao contrario de muitas pessoas com quem converso, minha infância foi gostosa e cheia de vida. Tive muitos amigos, me divertia na rua, inventava brincadeiras, e a barreira do mundo real e o da imaginação para mim, não existia!
Meus amiguinhos me tinham como líder. Eu inventava as brincadeiras e organizava os jogos, sempre na intenção de todos se divertirem. As mães de minhas amigas diziam que eu era simpática, os professores, que eu era autêntica e minha mãe que eu tinha uma personalidade forte.
Analisando todos os comentários sobre a “Cristininha”, o que percebi é que eu simplesmente estava sempre conectada com minha essência e, estando confortável em ser quem eu era, a capacidade de criar se manifestava de uma forma simples.
Claro que para a criatividade se manifestar, é preciso que exista uma necessidade. Na maioria das vezes que criamos algo novo, fazemos isso por uma motivação maior, um desejo.
Eu sempre fui empreendedora. Quando tinha cinco anos de idade, queria tomar sorvete quase todos os dias. Tinha uma sorveteria na esquina debaixo da minha casa e minha mãe, sabiamente, não deixava eu tomar o sorvete todos os dias. Então, motivada pelo desejo de tomar sorvete, comecei a vender colares feitos com canudinhos. Eu cortava em vários tamanhos os canudinhos, pegava linha, colocava pedacinho por pedacinho no fio intercalando cores e saía para vender na vizinhança, a fim de conseguir arrecadar o dinheiro necessário para uma bola de sorvete de morango.
Depois, aos nove, comecei meus negócios com a troca de papel de carta. Investia em cada folha que conseguia. Inventava argumentos que incentivam a troca por eles, criei divisões por coleções temáticas e ainda uma pasta apenas com papéis de carta repetidos, onde poderia negociar as trocas.
Na maioria das vezes, convencia meus amigos a trocarem dois papéis que eu não tinha, por um dos meus repetidos. Minha mãe me chamava de “filhote de turca”, feliz pelo meu talento em argumentar para conseguir os melhores negócios possíveis para aumentar minha coleção. Em pouco tempo, tinha mais de 20 pastas com papéis de cartas diferentes arquivados em diversas categorias. A verdade era: Estava desenvolvendo minha inteligência interpessoal.
Aos treze, tive meu primeiro negócio de economia criativa e colaborativa. Olha só eu fazendo aquilo que acredito sem ao menos saber que era isso que fazia…
Era início dos anos 90 e a moda revisitava novamente os 70, introduzindo o uso de colares, pulseiras e cintos de miçangas coloridas. Eu, que possuía alguma habilidade manual e uma intuição para cores ancestral, comecei a desenvolver vários modelos e vender no colégio. Eu fazia a negociação, que tinha aprendido aos nove com os papéis de carta, tirava os pedidos, pois dava a possibilidade de escolha de cor para as peças, e as entregava dentro de um ou dois dias. Cheguei até a fazer cintos para uma loja da cidade. Tive que montar uma equipe para dar conta dos pedidos. Minhas amigas entraram com a mão de obra em diversos momentos.
Aos quinze, já mais na busca do auto conhecimento, comecei a enviar textos que escrevia para o jornal da cidade, que publicava, em sua maioria, na sessão de cartas. Sentia uma alegria imensa quando algum texto meu saia no jornal. Algumas de minhas amigas comentavam comigo que outras amigas tinham lido e pela descrição do jornal em minha assinatura, visto que estudava no mesmo colégio — eu colocava meu nome, colégio e classe na assinatura do jornal — e logo comecei a ter leitores.
Foi então que percebi que podia escrever e transformar a vida das pessoas. A maioria dos textos eram de epifanias que tinha durante essa fase de transformação que é a adolescência. Compartilhando meus aprendizados, conseguia gerar empatia com meus leitores.
Aos quinze também escrevi minha primeira peça de teatro, chamada “Entre idas e vindas”, que narra a história de duas amigas que saem de sua cidade natal e passam a dividir o apartamento em outra cidade onde foram fazer faculdade. Minha professora de redação, que era corretora de provas da Unicamp, dizia que eu tinha o dom para narrativas. Neste momento, ainda não entendia o por que de gostar de contar histórias… apenas as escrevia.
Dos dezesseis aos dezoito, comecei meu primeiro negócio com alcance nacional. Era adolescente e apaixonada pelos Hanson. Montei com minha Best friend um fanclube dos Hanson. Outra lição importante para a criação é estar conectada com sua paixão. Seu coração pode te guiar por caminhos incríveis!
Meu fanclube era bem sucedido. Recebia em media de 30 cartas por dia — naquela época a internet era para poucos e por isso o sucesso do meu negócio-, consegui que ele fosse divulgado em revistas como Capricho eAtrevida e ainda uma divulgação na MTV, durante a programação da tarde, o que ajudava muito os negócios. Uma boa divulgação faz com que sua marca fique conhecida. Anunciar seu produto onde seu público alvo terá acesso, é fundamental para seu sucesso. O fanclube Hanson now and forever, oferecia uma carteirinha para quem entrasse, um fanzine mensal onde produzia conteúdo CRIATIVO com traduções de textos e matérias internacionais, jogos, quiz e fotos coloridas ( era fundamental a página de fotos raras. Era com certeza o que motivava os sócios a comprarem o zine) e diversos outros produtos como: camisetas, copias do DVD importado, fitas cassetes com os singles e remix raros entre outras coisas. Certa vez, uma menina do fanclube ganhou o concurso da MTV para conhecê-los e levou a camiseta do fanclube para eles autografarem. Guardo até hoje como lembrança.
Depois disso, minha expertise para o empreendedorismo ficou guardado. Chegou aquele momento em que temos que focar na escolha profissional, e para desespero da minha mãe, escolhi fazer moda.
Lembro direitinho do dia em que minha mãe e meu pai me colocaram sentada na beira da cama deles e me questionaram durante horas sobre minha escolha. Se era isso mesmo que eu iria fazer. Minha mãe queria que eu fosse jornalista, afinal, já escrevia, tinha meu próprio fanzine, leitores no jornal, era o caminho mais certo a seguir, porém , a verdade é que eu queria ser autêntica e única. Eu achava que escrevendo para um jornal, ficaria aprisionada, além disso, eu gostava de escrever narrativas, não teses, dissertações, notícias… eu gostava mesmo era de CRIAR. E foi na moda que encontrei o caminho para unir estes pontos que me motivavam: Ser autêntica, única e criativa.
Óbvio que na universidade as coisas são completamente diferentes do mercado. Na faculdade, podia criar apresentações maravilhosas para minhas criações, pensar em novos formatos para vender minhas idéias, ousar. Foi aí que tomei gosto por apresentações e percebi que era uma boa oradora. Mas para falar e motivar pessoas, vendendo suas idéias, era necessário você estar conectado com aquilo sobre o que falava.
Bem, tive um longo percurso dentro do mercado. Acabei deixando as coleções e partindo para as apresentações desses produtos no ponto de venda. O que fazia muito sentido. Afinal, por toda a minha trajetória de vida, estar perto das pessoas era fundamental!
Aprendi muito com tudo isso, porém, chegou um certo momento, em que senti minha essência divina sufocada. Nada daquilo que eu vivia fazia sentido. Então decidi mudar de área, procurar um espaço no mercado de trabalho onde pudesse ficar conectada com essa essência o tempo todo. Tive que resgatá-la, tirei toda a minha armadura, fiquei nua de mim.
Foi um intenso processo de resgate de minha criança interior, para, enfim, conseguir unir todas as minhas qualidades e experiências nesse percurso, em uma profissão nova, onde me auto denomino: Gestora de conteúdo e Empreendedora CRIATIVA.
Para criar algo novo, eu me conecto com a minha mais pura essência divina. Ela me guia e mostra todos os caminhos.
Agradeço ao universo pela oportunidade de fazer o que amo todos os dias.
quarta-feira, 13 de maio de 2015
A revolução será feita através da educação! Venha refletir comigo!
Sobre Cláudio Naranjo:http://www.claudionaranjo.net/content...
Onde me encontrar:
http://achoquefoipravoce.blogspot.com...
https://www.facebook.com/matsuoka.cris - No meu face tem alguns vídeos também!
segunda-feira, 30 de março de 2015
Reflexão sobre alimentação: Por que me tornei vegetariana!
https://www.facebook.com/matsuoka.cris#
Neste video, explico um pouquinho de como este processo aconteceu comigo. Peço perdão pelo desfoque, porém a mensagem foi transmitida da maneira como gostaria e por isso não vou regravar.
Aqui o link da animação que cito no video:
https://www.facebook.com/video.php?v=704076412974604
Ahooowwwwww
Neste video, explico um pouquinho de como este processo aconteceu comigo. Peço perdão pelo desfoque, porém a mensagem foi transmitida da maneira como gostaria e por isso não vou regravar.
Aqui o link da animação que cito no video:
https://www.facebook.com/video.php?v=704076412974604
Ahooowwwwww
sexta-feira, 20 de março de 2015
Dia 20 de Março: Dia internacional da Felicidade!
Hoje é o dia internacional da Felicidade ( além de estarmos inciando o ano astrológico, acontecer um equinócio, eclipse e lua de perto... uauuuu! ) http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2015/03/19/sexta-tripla-tera-equinocio-acompanhado-por-eclipse-e-superlua.htm
Esta data começou a ser comemorada em 2013, é uma campanha das nações unidas, que surgiu graças a uma iniciativa do governo do Butão (ohhhh país maravilhoso!).
Lá, na década de 70, um principezinho ousado, com novas ideias, introduziu um medidor de prosperidade nada convencional: felicidade interna bruta, o gross national happiness.
Este conceito, faz oposição ao tão convencional, porém decaído PIB, usado pela maioria do mundo, e tem como pilares o bem-estar social, econômico e ambiental de uma nação.
Tudo haver com o conceito de economia criativa! =) =) =)
Essa noção demorou bastante para ser discutida, mas em 2012, após verificarem que o povo do Butão é realmente muito feliz, em uma reunião das Nações Unidas, foi instaurada a data de 20 de Março como dia internacional da Felicidade!
A primeira comemoração ocorreu em 2013 ( super novo tudo isso), e já estimulou muitos projetos focados no bem-estar social.
<3
Eu acredito muito nessa ideia!
FELICIDADE: "Uma sensação abstrata a qual não se pode abraçar, porém o simples fato de senti-la produz uma incrível sensação de alegria. Para muitos a felicidade está presente em pequenos detalhes da vida cotidiana como abraçar um animal ou terminar um dia mais de trabalho e poder descansar a esperar um novo dia. Cada um define a felicidade de acordo com sua experiência de vida e transmite essa felicidade da maneira como aprendeu ao longo da sua existência."
E você? O que te faz feliz?
Feliz dia da Felicidade pra todos!!!
quinta-feira, 19 de março de 2015
Sobre como fazer algo invisível se tornar visível.
Costumo usar para meu discurso, o seguinte ensinamento: O conhecimento está aí para todo mundo, porém a maneira como fazemos para acessá-lo, muda, conforme o nível de consciência de cada um. Temos diversas maneiras de chegar a uma determinada conclusão, e cada um emprega aquilo que aprendeu de uma determinada maneira. Uns pela ciência, outros pela lógica, outros pela intuição...
A minha maneira de aprender é através do "observar e absorver", termo que carinhosamente me apossei de Eduardo Marinho - o homem mais politizado e consciente que conheço. (http://observareabsorver.blogspot.com.br/)
Esta maneira de aprender consiste em algo simples: Se conectar com o universo e desta forma, acessar o conhecimento ancestral.
Desta forma, eu costumo usar muitas lendas, contos e parábolas para transmitir meus conhecimentos. Vou compartilhar com vocês, uma história que aprendi sobre a chegada das caravelas de Colombo as Américas. Conta-se a este respeito que, quando Colombo chegou à América, em uma das ilhas, os indígenas não viram as caravelas à distância. O chefe da tribo percebeu um movimento pouco usual nas águas e fixou melhor o olhar. Então viu os três navios à distância. Os outros índios só conseguiram vê-los quando o chefe lhes descreveu o que estava a ver. Verdade ou lenda, isto procura explicar que os índios não viam as caravelas pela simples razão de não fazerem parte do que estava arquivado no seu cérebro.
Usando esta lenda como exemplo, muitas vezes é assim que nos sentimos, não é mesmo? Quando temos uma visão sobre determinado assunto, porém as outras pessoas ao nosso redor não conseguem ver aquilo da maneira como a gente vê, simplesmente pelo fato de não conhecer sobre o assunto, ou de estar tão envolvida, que não consegue aceitar um outro olhar.
Bem, na nossa vida acontece muito isso. Passamos por diversas situações e, depois de um tempo nos perguntamos: Nossa, como não vi isso antes?
Isso tudo é um processo. Precisamos alcançar um determinado estado de consciência para conseguir entender algumas coisas que nos acontecem diariamente, por isso muitas vezes não compreendemos certas coisas...
O fato é que as pessoas vêem aquilo que fazem parte de seu imaginário e cabe ao líder dar a voz a visão e recriá-la através da descrição, tornando-a visível e tangível aos demais membros do grupo. Quando o processo é nosso, e ele vem de nós, é porque conseguimos alcançar um outro patamar de consciência, baixamos um pouco o nível do nosso mar e deixando um pouco mais aparente a parte visível deste imenso iceberg que é o nosso subconsciente.
A Física Quântica vai mais longe: o mundo material em que estamos inseridos pode ser alterado pela nossa vontade e pensamento – Lembra da famosa Lei da atração?? E aí caímos em nosso mutável - porém rígido - sistema de crenças! - (Que fique claro que o sistema de crença se transforma conforme a sociedade se transforma. Um exemplo clássico é a comunicação através do celular. Quando éramos crianças, era impossível imaginar que existiria um telefone, móvel, com uma câmera embutida que nos permitiria tirar fotos e enviar através de uma rede de internet, por email, esta foto para qualquer pessoa do mundo. Hoje isso não só é aceitável como não nos vemos sem essa ferramenta).
Diante destes fatos, coisa estranha, então, é termos esse poder incrível e não o utilizarmos, correto? Porém, a verdade é que o utilizamos o tempo todo sem nos darmos conta disso...
E como a gente consegue baixar esse marzão? Deixar este iceberg mais exposto? – Através da expansão de sua própria consciência. E isso você pode fazer através do conhecimento e comunicação.
Digo na comunicação, pois o poder está na palavra. E isso é bom e também ruim, pois se o indivíduo que toma contato com esta palavra estiver em um nível de consciência diferente do seu, fazer-se entender se torna uma tarefa bastante difícil. Sendo assim, você precisa trabalhar primeiramente o seu sistema de crenças, para depois conseguir trazer à tona uma nova visão.
O segredo de toda nova construção é começar por sua essência. Você não pode começar uma grande transformação de fora para dentro, deve-se começar de dentro para fora.
Comece primeiro por você. Seja a mudança que quer no mundo. Abra a sua visão para ver as Caravelas no horizonte!
Ahoooowwww!
quarta-feira, 18 de março de 2015
Sobre o processo de tomada de consciência. Ele é individual.
Estava aqui lembrando de quando tinha entre treze e quinze anos e praticava softball com meu pai Tadao Matsuoka. Papai era técnico do time, em Piracicaba e executava sua função com muita dedicação, o que rendeu ao time - e a ele - diversos troféus.
Durante alguns dias da semana a noite, tínhamos um treino que consistia em jogar a bola para o outro, de uma determinada distância, para acertar o o alvo correto, com a finalidade de dificultar a "tacada" do jogador do time adversário...
Era um exercício de repetição. Ali havia a necessidade de entender a força que se colocava na bola, no movimento que se fazia com seu corpo e na sua capacidade de raciocínio, para acertar a intensidade correta e efeito dessa bola.
Eu era preguiçosa. Não gostava muito de "entender" ou "raciocinar" sobre o que se tinha que fazer, e aprendia as coisas meio por osmose, sem assimilar o processo, apenas imitando o processo...
Na verdade, pra mim, era mias importante estar ali para ficar mais tempo com o meu pai, numa intimidade de pai e filha, e a atividade que fazíamos, era apenas parte dessa construção...
Hoje vejo que não tinha ainda a capacidade de visualizar e entender toda essa relação entre força, raciocínio e acima de tudo INTENÇÃO que deveria depositar naquela bola para acertar ao alvo.
E em nossa vida, a história se repete...
As vezes temos a vontade de acertar um determinado alvo, treinamos para isso, fazemos várias vezes o mesmo processo a fim de nos aprimorar, porém, muitas vezes, ainda não possuímos a consciência real daquilo que devemos fazer para conseguir acertar o alvo...
Alguns chegam mais fácil a esse entendimento, outros demoraram vidas inteiras...
Mas a verdade é que todo processo depende de uma tomada de consciência.
Diante disso, deixo aqui uma pergunta:
Qual é a intenção que estamos colocando nas bolas que estamos jogando no mundo? Será que elas nos levarão a alcançar o alvo que desejamos?
domingo, 15 de março de 2015
Sobre processos de auto conhecimento e de desenvolvimento humano
Neste sábado, fui até a exposição de Marina Abramovic no sesc pompéia. Tinha lido pouco sobre as obras que fariam parte da exposição, tinha me atentado mais ao processo criativo da artista, aquilo que sempre me fascina mais.
Chegada a exposição, tive uma imersão, uma conexão muito forte com as obras ali presentes, principalmente as mais atuais, onde houve o grande processo de desabrochamento de Marina.
Percebi que tudo o que ela colocava ali, era a expressão sobre os seus processos de desenvolvimento, sobre a sua expansão de consciência, sobre suas vivências e aprendizados. Isso tudo é muito transformador. A arte transforma, ela é uma terapia, uma troca entre o artista e o espectador, porém, para que você consiga acessar o outro e fazê-lo se conectar ao seu mundo intangível, sem impor `a ele sua visão de mundo e sim conduzi-lo por um processo que seja dele, leva muito tempo e requer muita sabedoria.
O impacto deste texto acima no meu processo de desenvolvimento foi tamanha, a ponto de me fazer refletir sobre estas palavras durante todo o meu final de semana, me levando a links e entendimentos que iniciaram em conversas de bar que aconteceram na sexta e que me conduziram a tantas conclusões maravilhosas.
O artista é um ser que se despe. Que se conecta com sua essência mais pura. E aí entendi a necessidade de conexão com sua criança interior, o resgate dela. Aí entendi a necessidade se SER aquilo que se é durante todo o tempo, sem se mascarar, sendo autêntico, sendo original, sem arrogância, apenas na humildade... O outro talvez não compreenda aquilo que você quer dizer, porém se ele apenas sentir algo sobre aquilo que você apresenta, já é o primeiro passo...
E isso tudo é aplicável ao nosso dia a dia: Como fazer-se entender, sem impor sua fala ao outro e sim ir conduzindo o outro ao caminho que leva a esse entendimento, sempre respeitando o processo de entendimento e nível de consciência individual?
É preciso muita sabedoria!
E sabedoria é bem diferente de conhecimento. Para ser sábio, é necessário que você se saiba aplicar o conhecimento, tudo o que se aprendeu. Porém praticar requer dedicação e vontade. SER algo é muito diferente de ENTENDER algo, por isso mestres são diferentes de professores...
Existem muitos caminhos para que você chegue a uma mesma conclusão, porém você vai percorrer aquele que seu nível de consciência estiver preparado para compreender...
Não existe processo sem caminho. Não existe chegada sem partida.
E pra mim, sempre o que mais me interessa é esse percurso.
Gratidão a Marina Abramovic por me conduzir.
Gratidão ao Universo por me levar até esse processo.
Gratidão ao meu espírito por ter conseguido ver e compreender tudo isso.
A arte existe porque sem ela estaríamos perdidos!
segunda-feira, 2 de março de 2015
Dia 1 do desafio - Uma semana sem reclamar!
Dia 1
Hoje meus óculos favoritos quebraram. Sem conserto mesmo, terei que jogar fora... Mas, olha que maravilha, um brechó virtual que eu sigo, fez um post logo após o acontecido, com um monte de armações legais. Universo conspirando para a troca. Agora vou aproveitar o acontecido e visitar o oftalmo. Faz mais de uma no que não vou mesmo! Tudo certo na nave!#fluindonaordemdopositivo
Faz alguns dias que recebi um desafio por email da Hypeness. Ele consiste em ficar uma semana sem reclamar. #umasemanasemreclamar
Pensei em começá-lo antes, porém, estava em um outro desafio, que consistia em aplicar a lei do mínimo esforço em minha vida, o que não vem sendo tão fácil como imaginava e que tem feito eu rir muito das minhas atitudes, quando percebo que seria muito simples fazer aquilo que o universo prega... E por falar do "Uni", o que me motivou a iniciar este desafio HOJE, foi a coluna do Gregorio Duvivier, que compartilho com vocês logo abaixo! E pasmem... Dá pra aplicar a lei do mínimo esforço e deixar de reclamar ao mesmo tempo, olha que maravilha =)
Vou relatar minha experiência diariamente. Acompanhem!
Aqui, o texto do DIVO:
A internet é uma escola de ódio –basta ler a sessão de comentários, abaixo desse texto. Comentar em portais dá trabalho, quem já tentou sabe. E é um trabalho não remunerado, obviamente. Sempre desisto no meio, em geral quando pedem o CPF. "Ah, deixa, não era importante mesmo".
No entanto, quem odeia de verdade tem toda a paciência do mundo. Sempre fico espantado com a quantidade de pessoas que gastam minutos preciosos da vida na expressão do ódio não remunerado.
Quando pequeno (de idade, já que continuo pequeno de tamanho) não gostava da cor verde –e nem de cenoura, feijão, orégano, salsinha, peixe cru, arroz, beterraba ou berinjela. Também não gostava de palhaços, do Flamengo, da Xuxa ou do Power Ranger verde (sim, pouca gente se lembra dele, mas ele existia). Não gostava de ir à escola, nem à natação, nem à terapia, nem à ginástica olímpica (não me perguntem o porquê, mas eu fazia ginástica olímpica). Não gostava de dormir e menos ainda de acordar. Não gostava de ter que falar com pessoas que eu não conhecia. Não gostava de Carnaval.
Não-gostar era um esporte –o único que eu praticava com disciplina e fervor. E teria continuado não-gostando pro resto da vida não fosse a minha mãe –pós-doutora na arte de gostar do mundo. Toda vez que eu dizia um peremptório "não gosto", ela soltava, na lata: "aprende a gostar" e me empurrava a salsinha goela adentro. Eu espumava de ódio –para mim, era óbvio que não-gostar era um traço imutável da personalidade, assim como a timidez, que, quando eu usava como desculpa, ela rebatia: "timidez é falta de educação".
Com o tempo, vi pessoas mudarem de time, de sexo e até de cor dos olhos (no Panamá) e deduzi que gostar ou não gostar de salsinha não podia ser uma questão tão séria –e seria muito melhor para mim que não fosse.
Imagine duas vidas paralelas. Em uma delas, você gosta da Anitta –ou, pelo menos, a existência dela não te incomoda. Na outra, toda vez que você vê a cara da Anitta você tem engulhos, quando ouve a voz da Anitta o estômago revira, você evita ir a festas porque sabe que vai tocar Anitta. O objeto não-gostado acaba ocupando um espaço gigantesco do seu tempo –muito maior do que os objetos gostados. Aprender a gostar é, sobretudo, perceber que não vale a pena perder tempo com o que você não pode mudar.
A matemática é simples: sua vida vai ser melhor se você gostar –não só da salsinha, mas gostar de gostar. Ou melhor: gostar de gostar de gostar. Obrigado, mãe.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
“A verdadeira nobreza é ser superior a seu antigo eu.”
“A verdadeira nobreza é ser superior a seu antigo eu.”
Eu recebi essa mensagem agora em um email, e me fez pensar sobre como agimos diante daquilo que nos preocupa e nos incomoda.
Tenho muitos amigos que me perguntam sobre ser vegetariano, dizem que tem vontade de ser vegetariano, porém não se imaginam sendo vegetarianos, pois acreditam que é muito difícil não comer nenhum animal, nenhum bicho, mas que apoiam as pessoas que são e até as acham muito nobres por fazer esse bem pra humanidade.
Bem, se conscientizar da importância de mudar algo ou alguma coisa em si ou no mundo, já é parte do processo, a outra parte é ir em frente ao processo, agir de outra forma diante daquilo que te incomoda.
Seja ser vegetariano, seja a questão da água, seja a injustiça com os animais, seja o fato do desmatamento na Amazônia, ou algo simples como alguém que você conhece que gostaria de ser amigo, ou que te incomoda.
Você não conseguirá avançar em suas mudanças, se permanecer onde está!
Existe a necessidade de dar um primeiro passo em direção aquilo que almeja, e esse passo é a sua transformação interna.
Faça a sua parte, nunca pense que é pouco, pois pode ter certeza que fará grande diferença na vida de outros.
Sabe aquela história da primeira gota de chuva que quis se soltar da nuvem para apagar um incêndio que viu na mata? As outras gotinhas disseram para a gotinha corajosa que não iria adiantar ela ir sozinha, que era em vão, que não conseguiria apagar o fogo. Porém, a gotinha acreditou nela, se soltou da nuvem e se jogou no fogo. Diante da coragem e de determinação dela, as outras gotinhas se soltaram também e elas formaram um imenso temporal, apagando todo o incêndio da floresta!
Se você sentir em seu coração que deve mudar alguma coisa, comece a mudança em você! Faça a sua parte! Nunca conhecerá outros lugares se percorrer os mesmos caminhos!
Seja a mudança que quer no mundo!
Grupo Agitação - Relembrando os finais da infância!
Continuando com as histórias do mundo mágico de Cristina, vou contar pra vocês a do Grupo agitação!
Quando eu tinha 11 anos, a Marta, mãe da Laís, uma das minhas amigas de bairro, resolver desenvolver um grupo, chamado Agitação.
Esse grupo, fazia apresentações de dublagens, de músicas que a garotada gostava.
O ingresso, era um quilo de alimento não perecível, que era doado para uma instituição de caridade da cidade de Piracicaba, chamada Lar Betel.
Eu as crianças ou pré adolescentes do bairro, ensaiávamos arduamente, para deixar as coreografias, por nós mesmo criadas, lindas para a apresentação em público, que se dava em praças da cidade, instituições e teatros, sempre visando a caridade e nossa diversão.
O ponto auge de minha apresentação, era a música: Decadence Avec Elegance, na voz de Deborah Blando. Eu me apresentava dançando com uma cadeira, toda trabalhada no figurino boca de sino, com top e calças com as aberturas ( já setentista desde pequena, vc vê que a essência da garota não mudou de lá pra cá ).
Então, relembrando os tempos áureos do grupo "AGITAÇÃO", fica aí o clipe para vocês também relembrarem da música e a saudade dos tempos gostosos do final da infância...
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